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Muitas pessoas acreditam que a felicidade está no dinheiro, na fama ou no status. Mas a verdade é que nada disso sustenta alguém por dentro quando não existe amor, respeito e paz. De que adianta ter tudo se você não é amado? Se você é apenas tolerado? Se sente que as pessoas convivem com você por obrigação? Viver assim é pesado, cansativo e solitário.
Em muitos ambientes, principalmente no trabalho, na família e nos relacionamentos, existe uma cobrança absurda por perfeição. As pessoas esperam que você nunca erre, nunca falhe, nunca se engane. Procuram erros onde não existem, caçam falhas pequenas para transformar em grandes acusações. Não fazem isso para ajudar, mas para se sentirem melhores, mais fortes e mais corretas do que você.
O mais triste é que, muitas vezes, quem faz isso ocupa cargos de liderança. Em vez de orientar, humilham. Em vez de corrigir com respeito, expõem. Isso não é caráter, não é justiça e não é lealdade. Para cobrar perfeição, alguém precisaria ser perfeito, e ninguém é.
Cobrar o que é certo é necessário. Apontar erros com respeito, com intenção de melhorar, também é válido. Mas exigir perfeição, humilhar e diminuir para crescer em cima do erro do outro é diferente. Com o tempo, isso gera afastamento, rancor e solidão.
No fim da vida, quem vive assim corre o risco de estar sozinho, cercado de silêncio e arrependimento. E fica a pergunta: é essa a vida que vale a pena viver?
Você não é perfeito. Eu não sou perfeito. Ninguém é. Antes de apontar o erro de alguém, pense se gostaria que fizessem o mesmo com você e com quem você ama. Quem vive caçando erros dos outros revela mais sobre si mesmo do que sobre quem erra. No final, o caráter sempre aparece.

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